Mulher é tudo igual

abril 16, 2012

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Mulher é tudo igual.

Foi só o Brasil ficar rico…

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Destino

outubro 26, 2011

Em 1945, o famoso pintor espanhol Salvador Dalí juntou-se a Walt Disney para trabalharem juntos em Destino.

O animador dos Studios Disney, John Hench e Salvador Dalí desenvolveram o storyboard do projeto durante 8 meses. Uma animação curta de 17 segundos foi feita como teste. Porém, com a Segunda Guerra Mundial, por falta de recursos financeiros do estúdio, a produção foi cancelada indefinidamente.

Em 1999, enquanto trabalhava no longa Fantasia 2000, Roy E. Disney, sobrinho de Disney, decidiu ressuscitar a obra. A Disney Studios France ficou com a missão. 25 animadores trabalharam sob a direção do francês Dominique Monfréy e produção de Baker Bloodworth para tentar decifrar os storyboards deixados por Hench e Dalí.

58 anos depois de iniciada, em 2003, a obra foi finalmente concluída pelos estúdios Disney. Com a música do mexicano Armando Dominguez interpretada por Dora Luz como trilha sonora, Destino conta a história do deus Cronos e seu infeliz amor por uma mortal que dança por cenários surreais inspirados nos quadros de Dalí. Tendo 6min de duração e incluindo algumas animações computadorizadas, os 17s inicialmente produzidos por Hench é o trecho das duas tartarugas.

Destino é uma palavra galega, espanhola, portuguesa e italiana e tem o mesmo significado nessas línguas.

Vencedora de diversos prêmios, incluindo o de melhor curta de animação de 2003 pela Academia, posteriormente, em 2010, a animação foi lançada como extra do blu-ray Fantasia & Fantasia 2000 Special Edition.

O resultado, como era de se esperar, é uma animação completamente surreal… e bela!


Seu Dinheiro (Parte 2)

agosto 16, 2011

Na parte 1, dei dicas para as pessoas resolverem seus problemas financeiros.

Nesta segunda parte, para você que não sofre desse problema ou que já conseguiu se livrar de todas elas, seguem alguns conselhos para que continue dormindo tranquilo ou melhore ainda mais de vida.

PARA EVITAR

  • Seus gastos devem ser menores que quanto você ganha. Não é o seu salário que deve ser adequado com o que você gasta, mas o contrário. Pois seu salário não pode ser aumentado infinitamente.
  • Saiba quanto você ganha. Cuidado! Salários sofrem descontos. Se você tem um salário de R$ 1.000,00 não adianta querer gastar tudo isso, pois o líquido, que você irá receber, será menor.
  • Se você recebe horas extras, comissões, produtividade, etc, não conte com isso para o seu orçamento. São sazonais e você terá que arcar com a diferença quando não receber o esperado. Profissionais liberais, devem ter mais cuidado ainda.
  • Planeje. Faça os cálculos. Coloque na ponta do lápis todas as contas fixas (aluguéis, prestações, etc) e faça uma estimativa baseado no custo médio das outras (água, luz, telefone). Lembre de colocar todas as contas essenciais na lista. Ordene as contas por ordem de prioridade.
  • Se não souber como fazer, peça ajuda a alguém. É melhor pedir ajuda na matemática do que pedir dinheiro emprestado depois.
  • Controle. Evite gastar além do planejado. Tente anotar tudo que gastar. Aquele um real que se gasta todo dia para o pão, por exemplo, por mais desprezível que seja no momento, representa R$ 30,00 todo mês. E R$ 30,00 representa 5% dos ganhos de uma pessoa que recebe salário mínimo.
  • Pensa em reformar a casa? Muita atenção com os custos. Várias das dívidas começam com investimentos mal planejados.
  • Tenha cuidado ao fazer financiamentos e compras parceladas. Por mais que a parcela pareça pequena, terá que se encaixar nos outros gastos mensais e pode parecer que nunca irá acabar. Por mais que aquela TV tenha parcelas baratas, o custo final dela será o mesmo (lembra do um real do pãozinho?)
  • Pagar juros é dar dinheiro para o banco.
  • Prefira sempre pagamentos à vista. Além de não se comprometer no futuro, é sempre possível conseguir um bom desconto.
  • Automóvel não é investimento. É custo. E dos mais altos e mensais. Esteja preparado para comprar um, pois não basta apenas pagar a prestação: tem combustível, manutenção, acidentes…
  • Crédito é crédito, não é dinheiro. Tenha cuidado. Muita gente confunde a oferta de crédito fácil com dinheiro na mão. É aí que mora o perigo. Lembre-se: dinheiro é somente aquilo que você tem, o resto é dívida.
  • Poupe. Faça o máximo de esforço para economizar o máximo que puder todos os meses. Alguns especialistas recomendam economizar pelo menos 15% do que você ganha. 15% de alguém que recebe R$ 600,00 representam R$ 90,00.
  • Não basta apenas fechar o mês fora do vermelho. Você deve ter uma reserva de emergência. É como prever o futuro. Imprevistos acontecem (doenças, demissões, acidentes…) e nunca se sabe quando irão acontecer. Por isso, economize e guarde.
  • Segundo especialistas, a reserva de emergência recomendada é aquela em que você consegue viver (sem luxos) por três meses.
  • E, mais importante, sempre evitar agir por impulso e ponderar antes de um gasto.
 
Aviso: este post poderá sofrer alterações sempre que necessário.
Fontes diversas e experiências próprias.

Seu dinheiro (parte 1)

agosto 9, 2011

Episódio bastante comum para gente que, assim como eu, trabalha na gestão de pessoas são funcionários reclamando de problemas financeiros, pedindo empréstimos ou, até mesmo, querendo ser demitido para pagar contas em atraso. É uma situação ruim para ambos os lados. O funcionário trabalha mal por pensar nos problemas que tem em casa e a empresa, sem contar com a total produtividade dele, corre risco de perder um ótimo funcionário.

O que pude constatar é que, na maioria dos casos, o caos financeiro é causado por despreparo, descontrole e falta de conhecimento da pessoa sobre o uso consciente do dinheiro e do crédito. Assim, resolvi fazer esse pequeno manual de dicas, que compartilho aqui, para que todos possam ter uma vida financeira mais tranqüila.

Se o seu caso é quase um caso perdido, siga as dicas abaixo. Na parte 2, falarei sobre como evitar essas dores de cabeça.

PARA CONSERTAR

  • Não faça mais dívidas! Só aumenta o bolo de neve. Nesse caso, não basta evitar, é NÃO mesmo!
  • Para sair de uma dívida, só tem um jeito: quitá-las. Esqueça essas pessoas que prometem limpar nomes. É golpe!
  • Coloque suas contas no papel. Muita gente se surpreende com o tanto que gasta.
  • Controle-se. As dívidas começam com consumo compulsivo. É como pessoas que não conseguem parar de comer doces. Enquanto não parar, não vai melhorar.
  • Separe as contas essenciais como aluguel e não deixe de pagá-las. Se estiverem atrasadas, negocie também. Ser despejado só irá piorar sua situação.
  • Negocie. Muitos bancos preferem receber um valor menor que o devido do que não receber. Ofereça pagamentos à vista, peça descontos na dívida, diga quanto pode pagar. Enfim, barganhe, pois é o suor do seu trabalho que está em jogo.
  • Se não conseguir chegar ao valor que queria, analise se vale à pena pagar os juros que estão pedindo. Se tiver coragem, deixe seu nome ficar sujo por um tempo e volte a negociar depois.
  • Apague o fogo! Tente obter empréstimos a juros menores para quitar outras dívidas mais caras como cartão de crédito, cheque especial, etc. Tenha cuidado para dimensionar a prestação do empréstimo, você terá que pagá-las!
  • Quebre e jogue fora TODOS os cartões de crédito! Até que você tenha condições de usá-los novamente, pague tudo à vista.
  • Entre em contato com o banco e peça para cancelar seu cheque especial, limites de crédito em conta e outros serviços do tipo.
  • Cancele também seu talão de cheques. Cheques são difíceis de controlar e controle é o que você não pode perder nessa situação.
  • Evite andar com dinheiro vivo. Fica muito mais difícil controlar os gastos. É o velho ditado: dinheiro na mão é vendaval.
  • Faça sacrifícios. Não dá pra continuar vivendo uma vida de rei se não puder mante-la. Corte gastos supérfluos, abra mão do churrasquinho no final de semana e da cerveja com os amigos. Controle a conta do supermercado evitando comprar besteiras. Evite sair de carro. Cancele a TV a cabo, a internet, celular e outros serviços desnecessários.
  • Reduza os gastos em contas de consumo. Tente economizar nas contas de água, luz e gás.
  • Se possível, pense em vender o automóvel. Verifique o custo de utilizar transporte público e use o dinheiro do carro para quitar dívidas. É mais um sacrifício que será retribuído.
  • Analise a possibilidade de mudar para outro imóvel de aluguel menor. Não dá pra continuar vivendo num castelo também.
  • Deixe seus filhos a par da situação. Será bom para a educação deles e mais fácil quando todo mundo tenta economizar junto. Fingir que nada está acontecendo, só torna as coisas mais difíceis.
  • Tenha os pés no chão. Faça muito sacrifício e volte a ter uma vida tranquila. As coisas que terá que “abrir mão” serão recompensadas quando puder deitar a cabeça tranquila em um travesseiro. Não dá pra gastar R$ 1000,00 se você ganha R$ 800,00. A conta não bate.
  • Após arrumar a casa, tome cuidado e siga as dicas da próxima parte para evitar se endividar de novo.
Aviso: este post poderá sofrer alterações sempre que necessário.
Fontes diversas e experiências próprias.

O caso do ciclista e a guerra rodoviária

junho 15, 2011

Antes de tudo, vale ler o texto publicado pelo site VÁ DE BIKE! (http://vadebike.org/2011/06/por-que-nao-foi-acidente/). Não vou entrar em detalhes sobre o caso, mas para quem ainda não sabe, no último dia 13 de junho, o ciclista e presidente do conselho administrativo da Lorenzetti (essa mesmo, famosa por seus chuveiros), Antonio Bertolucci, morreu após ser atropelado por um ônibus. Bertolucci tinha 68 anos, foi atendido pelo SAMU mas não resistiu.

Relevando a discussão se a morte do ciclista foi ocasionada por um acidente (dizem que ele caiu da bicicleta antes de ser atingido) ou foi um atropelamento (os ativistas defendem que o ônibus bateu em sua bicicleta desequilibrando-o) as ruas do país estão cada vez mais perigosas. Seja para ciclistas, pedestres ou até mesmo outros motoristas. E é fácil resumir tudo isso a uma simples causa: falta de educação de todas as partes!

Em Brasília, existe uma lei (e cultura) de respeitar os pedestres que estão atravessando nas faixas. Sim, qualquer veículo deve parar quando uma pessoa sinaliza que quer atravessar a via. Mesmo sendo muito mais prático utilizar a faixa do que esperar a fila de carros passar, quantas e quantas vezes não vejo pedestres atravessando fora do local apropriado? Vale acrescentar que, apesar de louvável, a faixa de pedestres é a única coisa porcamente respeitada pelos motoristas da capital federal. Motoristas que ultrapassam pela direita e os que não deixam a faixa da esquerda livre para ultrapassagens. Os que fazem conversões proibidas, que fazem retornos em cima de passeios e canteiros centrais e os que cruzam as largas avenidas da cidade sem utilizar pistas de aceleração e desaceleração. Vê-se de tudo nesse lugar! E não é fácil estender essas características para outras cidades do país (não vou falar de outros países porque não os conheço).

Viajo muito de carro, dirijo durante boa parte do meu dia e, assim, já vi toda forma de imprudência pelas ruas do Brasil. Já andei muito de transporte público antes de ter carro. Por tudo que vi não é difícil de acreditar que o motorista do ônibus de turismo tenha realmente atropelado o ciclista. E ainda sou tentado a adicionar um “de propósito” no final da frase anterior. Você aí que anda de ônibus municipal já não presenciou o motorista, sacolejando os passageiros, avançar sinais vermelhos e fazer curvas que parecem que o veículo irá tombar? E os que, ansiosos para que o semáforo abra, ficam acelerando e freando o veículo num ciclo que tende a um transtorno compulsivo?

Lembro de uma vez, em que, nas minhas idas e vindas para a faculdade, sentado na janela, vi algo parecido com o caso do ciclista paulista. O motorista ultrapassou um desses catadores de material reciclável que humildemente e pacientemente puxava seu pesado carrinho ao final de um dia de trabalho. Foi um ato totalmente sem piedade algum com o homem que já aparentava uma idade avançada. O sujeito, que se diz motorista, fechou o pobre coitado e parte do carro que puxava ficou agarrado com a grande roda do ônibus que começou a chacoalhar, subir descer e, por fim, jogar o trabalhador no chão. Ah, claro que isto tudo ocorreu mesmo com os gritos apreensivos de todos os passageiros que assistiam a cena.

Vai dizer que o motorista, habilitado numa categoria D, com todos os espelhos retrovisores que um veículo de transporte público possui não viu (não viu???) o sujeito? Viu sim! Francamente… Viu tanto que depois da gritaria, ele parou o ônibus, desceu e foi xingar o atropelado. Então não me surpreenderia se fosse verdade que o sujeito que dirigia o ônibus de turismo na periferia paulista não apenas viu o ciclista como após vê-lo sentiu um ímpeto suficiente para ameaça-lo e atropela-lo! O que temos são pessoas incapacitadas fisicamente e psicologicamente para dirigir máquinas perigosas nas ruas e estradas.

Motoristas de ônibus são imprudentes por dirigirem um veículo grande que dificilmente se amassa e põe medo nos outros. Os de caminhão e afins também. Motoristas de automóveis são imprudentes por dirigirem veículos pequenos e ágeis que acham que podem passar em qualquer cantinho e ultrapassar facilmente os outros. E nisso tudo, todos nós ficamos no meio de uma guerra violenta.

E de uma guerra violenta em que nunca ninguém, mas ninguém mesmo é punido…

Obs: vale ler os comentários do site citado.


E-mails que enganam

junho 7, 2011

Apesar do título, esse post não é para falar sobre nossos queridos SPAMS, mas outra tipo de e-mail enganoso.

Pela internet circulam vários e-mails com teorias matemáticas malucas feitas para enganar o leitor. Aí, você tá lá lendo a parada com aquele tanto de cálculo simples e pensa: “Caramba! É verdade… por que nunca notei isso!”

Meu caro amigo, você nunca notou tal coisa simplesmente porque é mentira. As contas estão erradas. Vou dar o exemplo de um que tenho recebido nos últimos dias com a teoria de que “O 13º SALÁRIO NUNCA EXISTIU”. Segue abaixo resumido:

Ora bem, cá está um exemplo aritmético simples que não exige altos conhecimentos de Matemática, mas talvez necessite de conhecimentos médios de desmontagem de retórica enganosa.

O 13º salário não existe.

O 13º salário é uma das mais escandalosas de todas as mentiras dos donos do poder, quer se intitulem “capitalistas” ou “socialistas”, e é justamente aquela que os trabalhadores mais acreditam.
Eis aqui uma modesta demonstração aritmética de como foi fácil enganar os trabalhadores.

Suponhamos que você ganha R$ 700,00 por mês. Multiplicando-se esse salário por 12 meses, você recebe um total de R$ 8.400,00 por um ano de doze meses.
R$ 700 X 12 = R$ 8.400,00
Em Dezembro, o generoso governo manda então pagar-lhe o conhecido 13º salário.

R$ 8.400,00 (Salário anual) + R$ 700,00 (13º salário) = R$ 9.100 (Salário anual mais o 13º salário)

O trabalhador vai para casa todo feliz com o “governo dos trabalhadores” que mandou o patrão pagar o 13º.

Agora veja bem o que acontece quando o trabalhador se predispõe a fazer uma simples contas que aprendeu no Ensino Fundamental:

Se o trabalhador recebe R$ 700,00 mês e o mês tem quatro semanas, significa que ganha por semana R$ 175,00.
R$ 700,00 (Salário mensal) / 4 (semanas do mês) = R$ 175,00 (Salário semanal)

O ano tem 52 semanas. Se multiplicarmos R$ 175,00 (Salário semanal) por 52 (número de semanas anuais) o resultado será R$ 9.100,00.
R$ 175,00 (Salário semanal) X 52 (número de semanas anuais) = R$ 9.100.00

O resultado acima é o mesmo valor do Salário anual mais o 13º salário

Surpresa, surpresa? Onde está, portanto, o 13º Salário?

A explicação é simples, embora os nossos conhecidos líderes nunca se tenham dado conta desse fato simples.

A resposta é que o governo, que faz as leis, lhe rouba uma parte do salário durante todo o ano, pela simples razão de que há meses com 30 dias, outros com 31 e também meses com quatro ou cinco semanas (ainda assim, apesar de cinco semanas o governo só manda o patrão pagar quatro semanas) o salário é o mesmo tenha o mês 30 ou 31 dias, quatro ou cinco semanas.

No final do ano o generoso governo presenteia o trabalhador com um 13º salário, cujo dinheiro saiu do próprio bolso do trabalhador.  Daí que, como palavra final para os trabalhadores inteligentes: não existe nenhum 13º salário. O governo apenas devolve e manda o patrão devolver o que sorrateiramente foi tirado do salário anual.

Conclusão: Os Trabalhadores recebem o que já trabalharam e não um adicional.

Vou ignorar a discussão sobre o fato de que recebemos um salário mensal, independente da quantidade de dias que trabalhamos, seja mais porque o mês tem 31 dias ou menos porque fevereiro tem 28 dias e carnaval remunerado. Isto não vem ao caso, pois quero lhe falar apenas da matemática totalmente errada utilizada no texto.

Se recebemos salário correspondente a 30 dias, não podemos dividir o salário por 4 semanas pois um mês não tem 4 semanas. O mês tem aproximadamente 4,3 semanas (30 dias no mês /7 dias na semana =4,2857 semas por mês)

Assim, R$ 700,00 / 4,3 semanas = 162,79 reais por semana.
Na verdade, recebemos um salário de R$ 162,79 por semana e não R$ 175,00  como dito no texto.

Continuando a conta, já que o ano realmente tem 52 semanas: R$ 162,79 x 52 semanas = R$ 8.465,12 reais por ano.
Ou seja, o salário anual é praticamente o mesmo que R$ 700,00  x 12 meses = R$ 8.400,00. A diferença é que alguns meses tem 31 dias e os números foram arredondados.

Por que a conta do e-mail então apresenta outro número?

Existe uma regra clara na matemática que todos nós aprendemos no ensino fundamental: não podemos somar laranjas com bananas! Não podemos usar uma forma de calcular para explicar outra. É como medir a velocidade em km/h e calcular quantas milhas andamos em 1h sem converter km para milhas. Se recebemos o salário por mês não podemos dizer que esse salário corresponde a 4 semanas já que um mês tem mais de 4 semanas.

Em qualquer ciência, existe a chamada relação de causa e efeito (casualidade). O texto usa o efeito para explicar a causa. Na biologia, seria como dizer que, se um ser vivo amarelo se reproduziu e deu origem a um ser vivo vermelho, os filhos desse ser vermelho serão amarelos!

Ainda tem dúvida? Para provar, faça a conta inversa: se o texto diz que o ano tem 52 semanas, divida 52 por 12 meses e veja quantas semanas temos em 1 mês. A conta não dá 4!

Essa “mágica” é comum em vários e-mails deste tipo que apresentam contas para enganar o leitor.


Promoção

janeiro 16, 2011

Já tenho duas axilas. Obrigado.


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